Sobre nós

 

A nossa antropologia é de ação. Faz "com" ao invés de "para". Tentamos compreender o espaço, o tempo de cada um. Olhamos para o que existe "entre" as pessoas. Objetos, edifícios, muros, valores, emoções. Mas olhamos principalmente para as pessoas; olhamos para nós, portanto.

 

Fazemos antropologia pública, porque olhamos para problemas específicos, em territórios particulares. Convivemos bem com a fluidez do mundo contemporâneo; com um pé dentro e outro fora da Academia, partimos do conhecimento científico para adotar as estratégias mais adequadas a cada território, numa constante premissa de partilha.

 

Tudo é útil, nesta antropologia da ação: o vídeo, uma performance, uma aula numa escola primária. Somos filhos da escola pública e orgulhosos portadores de subalternidades. Estamos já longe de qualquer ideia de etnografia, que nos obrigaria a distinguir o “eu” do “outro”. É essa a nossa base relacional. Como antropólogos, reclamamos a nossa qualidade de  “pessoas no mundo”. Por isso, gostamos de assinar “nós, os nativos”.

 

Equipa

 

#WAMÃE

antropólogo I som e imagem I gestor de projetos

Filipe Ferraz

 

Estudei Ciências da Comunicação e Audiovisuais de 1995 a 1998. Trabalhei como realizador, produtor e gestor de projetos ligados ao audiovisual, artes do espetáculo e teatro. Em 2017 comecei a estudar Antropologia no ISCTE-IUL. Assim começou uma série de colaborações com o CRIA, Centro em Rede de Investigação em Antropologia, onde sou investigador. Em 2020, a partir de um projeto para uma unidade curricular, refundamos uma associação já existente, que agora se chama Wamãe I Antropologia Pública. Sou mestrando em Antropologia no ISCTE-IUL.

#WAMÃE

antropóloga I gestora de projetos

Inês Tecedeiro

 

Sou Licenciada em Antropologia pelo Iscte - Instituto Superior de Lisboa e mestranda de Antropologia - Culturas Visuais na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL). Trabalho como professora na Escola Manuel Sérgio, através do projeto AI - Academias imaginárias, onde através do cinema facilitamos a aprendizagem do Estudo do Meio. 

Estagiei no projeto #ECOS - Exílios, contrariar o silêncio: memórias, objectos e narrativas de tempos incertos, onde procedi à montagem de um documentário sobre as experiências de exilados políticos portugueses na Dinamarca, e no Laboratório de Audiovisuais do CRIA-IUL, onde criei um ensaio visual sobre os movimentos e coletivos ambientais da cidade de Lisboa. 

As minhas áreas de interesse passam pela Antropologia Visual e pela Antropologia Pública, onde me interessa principalmente potenciar as suas possibilidades na sociedade civil através de projetos desenvolvidos para e com a comunidade, sempre ajustados às suas particularidades.

 

#WAMÃE

antropóloga I migrações

Cristina Santinho

 

Sou doutorada em Antropologia (2007/2011), investigadora integrada no CRIA, e professora convidada no ISCTE-IUL . A minha área de investigação incide sobre o tema das migrações, em particular no acolhimento e inclusão de refugiados em Portugal, tanto na área da saúde, como no acesso dos refugiados ao ensino superior. Coordeno e leciono em dois cursos, no CRIA/ISCTE, o “Seminário de Especialização em Refugiados, Direitos Humanos e Acolhimento: Perspectivas nacionais e internacionais” e “Living in a Different Culture”, criado para facilitar o acesso dos estudantes refugiados ao ensino superior e a sua inserção na sociedade através da arte. 

Sou orientadora de diversas teses de mestrado e doutoramento na área das migrações. Sou investigadora e consultora em vários projetos científicos nacionais e internacionais, e coordeno várias redes académicas interdisciplinares e interuniversitárias, em parceria com instituições da sociedade civil e redes municipais.

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antropóloga I antropologia para crianças

Beatriz Rodrigues

 

Formada em audiovisuais multimédia pela Escola Artística António Arroio, licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) e mestranda de Antropologia do ISCTE. Trabalhei como professora de Oficina de artes (AEC) e como professora de Estudo do Meio e Audiovisuais no contexto do projeto Academias Imaginárias. As minhas áreas principais de interesse são a pedagogia e a antropologia, acreditando que, aliadas, são capazes de tornar a educação uma verdadeira ferramenta de inclusão e partilha e onde nenhuma história fica por contar.

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antropóloga I PLMN I migrações I gestora de projetos

Mariana Évora

 

Sou licenciada em Antropologia pelo Iscte (2019), com um semestre realizado na Universidad de Sevilla, ao abrigo do Programa Erasmus+. Fui co-fundadora do NEA, Núcleo de Estudantes de Antropologia do ISCT-IUL, e voluntária na ReAJ- Rede de Ação Jovem da Amnistia Internacional.

Sou mestranda em Estudos Internacionais no ISCTE-IUL, e estou a desenvolver uma tese sobre a integração de migrantes em São Teotónio. Sou formada em Aprendizagem e Ensino de Português Língua Não-Materna pela Universidade de Coimbra, e em Educação Para os Direitos Humanos pela Cruz Vermelha Portuguesa e pela Amnistia Internacional Portugal. 

Sou bolseira de investigação no projeto FEMINA- Fecundidade, Imigração e Aculturação, sobre expectativas, experiências e cuidados de saúde sexual e reprodutiva de famílias portuguesas e cabo-verdianas a residir em Portugal, do CIES. Interessam-me direitos humanos, migrações, alterglobalização, e uma antropologia capaz de transformar.

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antropóloga I teatro

Joana Farinha

 

Neste momento frequento o último ano da licenciatura em Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH-UNL). Desempenho a função de Direção de Atores na série "De Tanto Fingir Encontrei-me" para a RTP Play. No grupo de teatro da Wamãe, O Incrível Teatro do Mercúrio, tenho como principal função a encenação. Tenho especial interesse nos cruzamentos entre Arte e Antropologia.

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antropóloga I migrações

Sílvia Cardoso

 

Sou licenciada e mestrada em antropologia pelo ISCTE-IUL e doutoranda em Migrações no IGOT-UL. Trabalho sobre as trajetórias migratórias de refugiados e requerentes de asilo em Portugal. Lecionei aulas de português, na Crescer na Maior, no Programa Municipal de Acolhimento de Refugiados da CML, e colaboradora do Fórum Refúgio Portugal. Participo da rede europeia de investigadores na área das migrações – IMISCOE, e sou membro do Standing Commitee “Reflexivities in Migration Studies”. sou investigadora associada da unidade de investigação MIGRARE, do Centro de Estudos Geográficos (CEG) do IGOT-UL, e da rede de investigadores RMIR (Refugiados, Migrações: Iniciativas, Reflexões). Colaboro nos projetos internacionais Gearing Roles , e sou mentoranda do programa Felise (Feminist Leadership in Science), e EUMedMi - Mapping European Mediterranean Migration Studies. O meu trabalho de mestrado incidiu projeto de formação de guias turísticos migrantes, em Turim, Itália. Colaborei no campo da educação multicultural (Sintra), e com a ONGA  (Gaia). Colaborei ainda no FACA na produção e na Curadoria.

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psicóloga I antropóloga I saúde mental I mobilidade forçada

Dora Rebelo

 

Sou psicóloga pela FPUL e especializada em Terapia Familiar Sistémica pela APTFC e pela ETFSantPau. Estagiei no Centro Comunitário Roberto Clemente em Nova Iorque, com população migrante oriunda da América Central e do Caribe. Tenho trabalhado em projetos de saúde mental humanitários, com pessoas em situação de mobilidade forçada, migrantes e minorias étnicas. Colaborei com a AMI, Médicos Sem Fronteiras, Médicos do Mundo, The Center for Victims of Torture, War Trauma Foundation, Heartland Alliance International, Humanité & Inclusión, OIM e Konterra Group.

Sou consultora em SMAPS e colaboro com uma rede internacional de profissionais de saúde mental global. Sou doutorada em Antropologia no ISCTE-IUL e investigadora associada ao CRIA. Como investigadora centro-me em iniciativas de solidariedade informal com pessoas em situação de mobilidade forçada. Colaboro com diversos coletivos de solidariedade e ativismo com migrantes e refugiados. Emprego uma abordagem multidisciplinar, feminista e decolonial.

#WAMÃE

ciência política I teatro I escrita 

Diogo Alexandre Mendes

 

Setubalense em Lisboa, estou a tirar uma licenciatura em Ciência Política. Embora esteja a estudar a ciência, para mim a política é prática, popular e faz parte da vida - tal como a escrita.   Pela ideia de que a ciência deve ser um agente de transformação política e das condições das pessoas, de que a arte deve ter um perspetiva social e também porque a Wamãe acolhe os meus devaneios escritos, juntei-me à associação na sua fundação. Trabalhei numa cooperativa de ação social, organizei-me com a comunidade nas lutas estudantis e fruto disso, em 2018 surge uma publicação de poesia. Depois de dois anos sem escrever, participei na construção do argumento e guião do projeto “De Tanto Fingir Encontrei-me” e a trabalho com o “Incrível Teatro do Mercúrio”.

#WAMÃE

fotografia I antropologia 

​Bárbara Mendes

 

Sou licenciada em Arte Multimédia pela Faculdade de Belas de Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL). Neste momento estou inscrita no mestrado de Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH). Sou fotógrafa e artista visual, com maior foco na área documental.

#WAMÃE

antropólogo I subalternidade | performance | género

Douglas Santos

 

O meu nome é Douglas Santos sou brasileiro, natural do Rio de Janeiro, e vivo em Lisboa onde cursei o mestrado em antropologia UTAD no ISCTE-IUL. Frequentei a licenciatura em Marketing na Universidade Estácio de Sá – UNESA, e cursei o MBA em Gestão Comercial pela Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio. Possuo interesses no campo de estudos da antropologia cultural, tendo-me especializado nos Estudos dos Subalternos (Subaltern's studies), Estudos dos géneros, Performance's studies e Rituais.

#WAMÃE

 I  

Sara Pinho

 

Sou licenciada em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), em Lisboa, e mestranda em Estudos Internacionais, no ISCTE-IUL. De momento, estou a desenvolver uma tese sobre o acolhimento de refugiados e de imigrantes nas zonas rurais de Portugal. Estagiei como redatora de notícias no jornal Observador e também no Instituto Marquês de Valle Flôr (ONGD). As minhas áreas principais de interesse são os direitos humanos, as migrações e a antropologia, tendo sido esta última uma área que comecei a explorar recentemente e que me trouxe uma abordagem diferente para a vida.

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