ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO

 

#ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO | Aulas

AI - Academias Imaginárias

Um projeto CUSCA Arte e Comunidade 

Um projeto piloto da Cusca Arte e Comunidade, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que coloca em prática uma nova abordagem pedagógica e artística. Através do Teatro, do Cinema e da Música as crianças aprendem Língua Portuguesa, Estudo do Meio e Matemática, ao mesmo tempo que desenvolvem competências socioemocionais.

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Com a duração de dois anos, este programa teve início em 2020. Acontece na Escola EB1 Manuel Sérgio, na Ajuda, em Lisboa, com um universo de cerca de 40 crianças. 

Nesta proposta pedagógica experimental, ensina-se o Português através do Teatro, a Matemática através da música e o Estudo do Meio através do cinema. A Wamãe integra este projeto desenvolvendo a componente de estudo do meio e cinema. A nossa metodologia opera a dois níveis: utiliza a imagem e o som para trabalhar conteúdos curriculares e as técnicas de produção para promover o espírito de equipa entre as crianças do primeiro ciclo.

Com estas temos aprendido a incrível ferramenta que o som e a imagem representam quando se quer trabalhar escalas de espaço e de tempo. É este mapeamento de territórios reais, imaginários e históricos que temos trabalhado em conjunto, no constante ensaio que é a vida: A arte de viver com a diferença.

As AI - Academias Imaginárias  tornaram-se o nosso principal laboratório de antropologia para crianças.

Tornado possível por: Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito das Academias Gulbenkian do Conhecimento

Promotores: Cusca Arte e Comunidade

Parceiros: Junta de freguesia da Ajuda | Agrupamento de Escolas do Restelo | Wamãe - Antropologia Pública | 

#ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO | Aulas

Cidadania e Empreendedorismo - Oficinas Romani

Um projeto AASPS e Teatro Umano | Trabalhar com a escola e a comunidade

Um projeto pluridisciplinar de oficinas de cidadania e empreendedorismo na Ajuda, em Lisboa. Com os alunos, escrevemos e gravamos histórias. Depois discutimos as éticas que daí emergem.

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Com o objetivo de promover a participação cívica de comunidades, em particular da comunidade cigana, este projeto enquadra-se numa estratégia de combate ao isolamento social e de criação de espaços de partilha de saberes e experiências culturais.

A Wamãe, trabalha na Escola Homero Serpa. Com os alunos, escrevemos e gravamos histórias. Depois discutimos as éticas que daí emergem.

Tornado possível por: BIP/ZIP

Promotores: AASPS - Associação de Apoio e Segurança Psico-Social | Teatro Umano - Associação Cultural

Parceiros: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa | APODEC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Etnia Cigana | AGIRXXI - Associação para a Inclusão Social | Wamãe - Antropologia Pública | CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia

#ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO | Oficina

Ocupar um Mapa

Bairro em Festa 2021 | Uma Oficina Wamãe

Uma Oficina para crianças, no âmbito do Bairro em Festa 2021. Marcou-se num mapa mundi desenhado no chão as origens e parentescos das crianças presentes.

Uma oficina que parte da multiculturalidade existente na Freguesia de Arroios, em Lisboa. Marcou-se num mapa mundi desenhado no chão as origens e parentescos das crianças presentes. 
Com isto, foi possível apelar ao carácter "cosmopolita" das comunidades multi-culturais e dar a conhecer a diferença, ao mesmo tempo que se foram esbatendo conflitos emergentes do facto de nem sempre nos lembrarmos que somos todos "de todo o lado". O objetivo desta oficina é também pedagógico. Quando encontram identificações, as crianças familiarizam-se com a ideia de mapa, que até então poderia parecer demasiado abstrata.

 ANTROPOLOGIA E IMAGEM 

 

#ANTROPOLOGIA E IMAGEM  | Websérie

Cenas do Gueto

Vida e aspirações de um bairro | Integrado no Projeto de Investigação ArtCitizenship

Cenas do Gueto I Mocho está na Casa é uma série de 27 micro-episódios sobre a história, a arte e os moradores da Quinta do Mocho, um bairro de 3000 habitantes nas portas de Lisboa, em Sacavém.

Esta série é parte de um projeto de investigação em ciências sociais, o Artcitizenship, que procura olhar para práticas de cidadania, criação, participação e ativismo em grupos juvenis. Procurou-se, num conjunto de pequenos “mosaicos”, 27 vídeos, mostrar as pessoas e as interações que constituem um bairro que se afirma cada vez mais pela sua produção artística.

Projeto Artcitizenship | Um projeto de CICS.NOVA, NOVA FCSH, CIES_ISCTE, CRIA | Produzido por Otávio Raposo, Wamãe I Antropologia Pública | Pesquisa e realização Otávio Raposo | Montagem Filipe Ferraz | Artes e comunicação Gabs Leal |  Tornado possível por FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia

#ANTROPOLOGIA E IMAGEM  | Ensaio Visual

On The Im/Permanence of The (Is)Land

Relações de Permanência e Impermanência

O Ensaio Visual parte de um olhar sobre a paisagem da Ilha da Madeira, na sua impermanência, através dos cruzamentos entre antropologia, arquitetura e arte.

Produzido em 2021, “On the (im)permanence of the (Is)land” parte da autoria de Filipe Ferraz (Wamãe I Antropologia Pública, CRIA) e Duarte Santo (Lecturer Landscape Architecture, Cornell University). Surge em resposta ao convite curatorial de Annacaterina Piras para integrar a secção Resilient Landscapes no Pavilhão de Itália, referente à XVII Bienal de Arquitetura de Veneza de 2021, que acontece sobre a égide How Will we live together? (como vamos viver juntos?).

O projeto curatorial Resilient Landscapes juntou duas dezenas de artistas, arquitetos, académicos e ativistas internacionais, para que cada um falasse da forma como a sua “comunidade resiste” a pressões políticas e económicas que se materializam em desastres ambientais e humanitários. 

 

“On the im/permanence of the (is)land invites you to be/come (like) water. Becoming, rather than being water, a dynamic entity that keeps on reconfiguring itself and the landscapes of Madeira Island as the ongoing results of diverse processes of materially diverse phenomena of emergence and impermanence across multiple scales of space and time. The island is a multilayered reality where “working sets of vibrant materialities” are (re)configured as landscapes assemblages of human and non-human components. In a territory, interwoven by exposed and hidden liquidity, water becomes the medium through which we read the island of Madeira.”

Wamãe, 2021

Autoria Duarte Santo e Filipe Ferraz (Wamãe) | Com o apoio de Câmara Municipal do Funchal, Cornell Calls - College of Agriculture and Life Sciences, Department of Landscape Architecture at Cornell University

#ANTROPOLOGIA E IMAGEM  | Documentário

Entre os Montes

A Singular História de Vida de Adérito Montes

A singular história de vida de Adérito Montes, cigano, mediador e aventureiro cruza-se com a história recente do país, entre os anos 50 e a atualidade.

O Documentário foi produzido e realizado de forma colaborativa. Trata-se da história de uma viagem entre os montes do Alentejo e as colinas de Lisboa. Uma história de amor, aventuras e luta por direitos de cidadania.

Produção APODEC, AASPS, Laboratório Audiovisual CRIA | Execução Wamãe | Apoio ACM, I.P - Alto Comissariado para as Migrações

#ANTROPOLOGIA E IMAGEM  | Podcast

Entre os Montes

Um Projeto APODEC e AASPS 

Um espaço de fala para membros da comunidade cigana, que falam e trocam ideias entre si.

Este podcast é a continuação, em formato áudio, do documentário realizado em 2018 sobre a vida e percurso de Adérito Montes. Uma história de amor, aventuras e luta por direitos de cidadania.
Em cada episódio deste podcast, Adérito Montes conversa com convidados sobre temas como habitação, educação e exclusão.
Este podcast é um projeto da APODEC e da AASP, com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações - ACM, I.P., no âmbito do Programa de Apoio ao Associativismo Cigano. As gravações decorreram no estúdio do Espaço Lx Jovem da Câmara Municipal de Lisboa. O podcast foi realizado e produzido com o apoio do Laboratório Audiovisual do CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia e da Wamãe, que foi responsável pela execução do podcast.

Produção APODEC, AASPS, Laboratório Audiovisual CRIA | Execução Wamãe | Apoio ACM, I.P - Alto Comissariado para as Migrações

 ANTROPOLOGIA E PRÁTICAS ARTÍSTICAS 

 

#ANTROPOLOGIA DAS PRÁTICAS ARTÍSTICAS | Teatro

O Incrível Teatro do Mercúrio

Um projeto Wamãe

O extravagante coletivo de atores que pesquisa técnicas de improviso e teatro de intervenção.

o incrivel teatro do mercurio

A Wamãe I Antropologia Pública está a produzir uma série para a RTP Play, "De tanto fingir encontrei-me".  Da experiência com o grupo de atores que integram este elenco nasceu um coletivo de teatro, "O Incrível Teatro do Mercúrio".  Estamos portanto perante uma junção entre antropologia e teatro como forma de pensar problemáticas e  intervir em territórios. "O Incrível Teatro do Mercúrio" partiu das metodologias do Teatro do Oprimido. Agora, procura as suas.