DSC00401.JPG

Este projeto de Antropologia Pública parte da produção conjunta, entre formadores e formandos, de conteúdos artísticos. Pretende-se com este modelo possibilitar uma experiência artística profissional a jovens do Bairro da Nazaré (Funchal), que já faziam arte na Associação Olho.te. Ao mesmo tempo oferece a artistas a experiência de formadores, que acreditamos ser capaz de alargar as suas potencialidades profissionais.
O projeto tem como tópicos de debate a cidadania, a desigualdade e a criação de outros futuros. Estamos portanto a falar, quando falamos de conteúdos artísticos, de uma criação consciente, alicerçada nas condições, receios e aspirações dos jovens da Nazaré. Nas realidades daquele bairro.
Antropólogos, formadores e formandos criarão em conjunto uma performance, uma
exposição de fotografia e um conjunto de vídeos sobre o Bairro da Nazaré. Estamos
constantemente a trabalhar, neste projeto, o conteúdo e a forma de executar. Exemplo desta abordagem é a formação em produção que acompanha todo o processo, que oferece a sustentabilidade necessária para que os jovens se tornem artistas autónomos. A produção de eventos culturais, produzidos por formadores, formandos, e pela comunidade do bairro, pretende reforçar estes valores de autonomia artística, capacidade logística e ligação à comunidade.
O projeto produzirá ainda pelo menos um conteúdo científico, publicado numa revista de antropologia, que documentará o processo.

Naza | Projeto Espacial

Um projeto Wamãe | Antropologia Pública e CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia

“Living in a Diferent Culture Funchal” é uma proposta de implementação de um projeto de educação pela arte, endereçada à Camara Municipal do Funchal, rebatizada pelos seus formandos de “Naza I Projeto Espacial”.

Tornado possível por: Camara Municipal do Funchal | Promotores: CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia | Parceiros: Wamãe - Antropologia Pública;  Associação Olho.te; Melro Preto; Associação de Jazz da Madeira

WhatsApp Image 2021-11-10 at 17.51.03 (2).jpeg

AI - Academias Imaginárias

Um projeto CUSCA Arte e Comunidade 

Um projeto piloto da Cusca Arte e Comunidade, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, que coloca em prática uma nova abordagem pedagógica e artística. Através do Teatro, do Cinema e da Música, aprendem Língua Portuguesa, Estudo do Meio e Matemática, ao mesmo tempo que as crianças desenvolvem competências socioemocionais.

Tornado possível por: Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito das Academias Gulbenkian do Conhecimento | Promotores: Cusca Arte e Comunidade | Parceiros: Junta de freguesia da Ajuda, Agrupamento de Escolas do Restelo, Wamãe - Antropologia Pública 

Com a duração de dois anos, este programa teve início em 2020. Acontece na Escola EB1 Manuel Sérgio, na Ajuda, em Lisboa, com um universo de cerca de 40 crianças. 

Nesta proposta pedagógica experimental, ensina-se o Português através do Teatro, a Matemática através da música e o Estudo do Meio através do cinema. A Wamãe integra este projeto desenvolvendo a componente de estudo do meio e cinema. A nossa metodologia opera a dois níveis: utiliza a imagem e o som para trabalhar conteúdos curriculares e as técnicas de produção para promover o espírito de equipa entre as crianças do primeiro ciclo.

Com estas temos aprendido a incrível ferramenta que o som e a imagem representam quando se quer trabalhar escalas de espaço e de tempo. É este mapeamento de territórios reais, imaginários e históricos que temos trabalhado em conjunto, no constante ensaio que é a vida: A arte de viver com a diferença. 

As AI - Academias Imaginárias  tornaram-se o nosso principal laboratório de antropologia para crianças.

Oficinas Romani

Um projeto AASPS e Teatro Umano 

Um projeto pluridisciplinar de oficinas de cidadania e empreendedorismo na Ajuda, em Lisboa. Com os alunos, escrevemos e gravamos histórias. Depois discutimos as éticas que daí emergem.

Tornado possível por: BIP/ZIP | Promotores: AASPS - Associação de Apoio e Segurança Psico-Social, Teatro Umano - Associação Cultural | Parceiros: Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, APODEC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Etnia Cigana, AGIRXXI - Associação para a Inclusão Social, Wamãe - Antropologia Pública, CRIA - Centro em Rede de Investigação em Antropologia

Com o objetivo de promover a participação cívica de comunidades, em particular da comunidade cigana, este projeto enquadra-se numa estratégia de combate ao isolamento social e de criação de espaços de partilha de saberes e experiências culturais.
A Wamãe, trabalha na Escola Homero Serpa. Com os alunos, escrevemos e gravamos histórias. Depois discutimos as éticas que daí emergem.
Com o objetivo de promover a participação cívica de comunidades, em particular da comunidade cigana, este projeto enquadra-se numa estratégia de combate ao isolamento social e de criação de espaços de partilha de saberes e experiências culturais.
A Wamãe, trabalha na Escola Homero Serpa. Com os alunos, escrevemos e gravamos histórias. Depois discutimos as éticas que daí emergem.

Uma Oficina para crianças, no âmbito do Bairro em Festa 2021. Marcou-se num mapa mundi desenhado no chão as origens e parentescos das crianças presentes.Uma oficina que parte da multiculturalidade existente na Freguesia de Arroios, em Lisboa. Marcou-se num mapa mundi desenhado no chão as origens e parentescos das crianças presentes. 
Com isto, foi possível apelar ao carácter "cosmopolita" das comunidades multi-culturais e dar a conhecer a diferença, ao mesmo tempo que se foram esbatendo conflitos emergentes do facto de nem sempre nos lembrarmos que somos todos "de todo o lado". O objetivo desta oficina é também pedagógico. Quando encontram identificações, as crianças familiarizam-se com a ideia de mapa, que até então poderia parecer demasiado abstrata.

Ocupar um Mapa

Uma Oficina Wamãe | Bairro em Festa'21

Marcou-se num mapa mundi desenhado no chão as origens e parentescos das crianças presentes. 
O objetivo desta oficina é também pedagógico. Quando encontram identificações, as crianças familiarizam-se com a ideia de mapa, que até então poderia parecer demasiado abstrata.

No âmbito do Festival Bairro em Festa | Execução e Ideia: Wamãe